Você sabe a procedência do produto que leva para casa?
Ao comprarmos no mercado margarinas, biscoitos recheados, balas, iogurtes entre outros, levamos junto para casa os aditivos intencionais: conservantes, acidulantes, espessantes e antioxidantes. E também aqueles aditivos acidentais, que são os resíduos de veneno que ficam nas frutas e vegetais e os resíduos de limpeza dos utensílios utilizados para sua produção: agrotóxicos, antibióticos, detergentes, hormônios e metais pesados.
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Pesquisa analisou antioxidantes em tomates orgânicos
Um estudo americano que durou dez anos sugere que consumir frutas e verduras orgânicas é melhor para a saúde do que comer os mesmos alimentos cultivados com o uso de fertilizantes.
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Um pacto para salvar o planeta - Susan George
(...) A pergunta com que luto é: podemos salvar o planeta enquanto o capitalismo internacional continua sendo o sistema dominante, com seu foco no lucro, prioridade para os acionistas, disputa predatória pelos recursos em todo o mundo e capital financeiro sem barreiras, decidindo cada vez mais os destinos do mundo? Podemos salvar o planeta sendo confrontados por uma casta poderosa que tem um único objetivo?
http//mercadoetico.terra.com.br/colunas.view.php?id=83
ONU reconhece emergência alimentar
Aumento do consumo de carne e uso de terras para produção de combustíveis vegetais estão multiplicando preços e ameaçando a comida dos mais pobres
http://diplo.wordpress.com/2008/03/24/a-onu-
Outra economia, além do capital
A nova economia consiste em produzir critérios ambientais e sociais, organizar as iniciativas sociais e empresariais, e os que nela trabalham em entes auto-gestionados. Significa produzir, gerir, comercializar e consumir com critérios éticos. Depositar a poupança em sistemas financeiros baseados em solidariedade. Consumir produtos ecológicos ou de comércio justo. Usar dinheiro social ou moeda local. Tecer redes de troca solidária, de desenvolvimento local, ou de serviços da proximidade, educativos ou culturais. Todas essas manifestações contribuem no dia-a-dia — e a partir do setor econômico — para construir outra globalização.
Leia mais em: - http://diplo.uol.com.br/2007-10,a1938